‎"Ela gosta de beijo na testa,abraços apertados, sorrisos verdadeiros.Ela odeia gente falsa, tem medo da solidão. Ela quer andar de skate, tocar violão e gosta de tênis. Ela também usa vestidos, sapatilhas e ouve músicas românticas.Ela grita, briga.Mas ela também chora por amor. Ela quer mensagem de madrugada, quer vestir o moletom do namorado, quer rosas na escola. Ela quer carinho e atenção. Ela, sou eu."
theme por desesperancoso; alguns detalhes por queridasolidão, deslocado e m-4-r-y.
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Eu quero ele. Só ele. Não tem outra pessoa no mundo que me faz o bem que ele me faz. E é por isso – e por tantas coisas mais – que ele é quem eu quero ao meu lado, dividindo uma vida inteirinha. Inteirinha nossa.
Plenitude (via desembarcou)


boqteira:

Hoje quando eu estava atravessando, vi um senhorzinho caindo, as pessoas passavam por ele como se ele fosse invisível. Quando eu me aproximei ele tava sentando no chão, perguntei se ele tava bem e precisava de alguma coisa, ele me estendeu a mão e pediu dinheiro. Dinheiro eu disse que não daria, ele me olhou e disse: Me dá comida, to com fome. Eu atravessei com ele e o coloque sentado na padaria, enquanto todos me olhavam por estar com um mendigo sujo e fedorento, eu pedia comida pra ele. Eu nunca vi ninguém se emocionar tanto a comer um pão… Fui embora com uma frase na cabeça; “A vida tirou até meu nome, menina!” Quando já tinha saido, vem um homem bem vestido atrás de mim, pega na minha mão e diz: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, o que Deus preparou pra você é muito maior que você pode imaginar”. Ai não teve jeito, chorei como se não houvesse amanhã.

Texto por: Isabelle Coelho

chorei :’)



Lindo é poder olhar todos os dias para o céu e descobrir que em meio a tantos problemas existe um Deus que nos permite sorrir.


Somos feitos de mentiras. Eu escondo as minhas espinhas com maquiagem e você as verdades com sorrisos sínicos. Largados nesse mundo sem proposito algum, a gente se magoa e ainda diz que perdoa sem nunca realmente perdoar. No passado tínhamos aquela certeza, víamos tanta beleza e falamos do amor com a boca cheia como se ele não fosse uma vastidão de confusão. Foi amor mesmo? Ou foi apego, um aconchego para a nossa carência quase infinita? Hoje, sentada nesse quarto, sozinha, pensando no que um dia foi a gente, eu não sei. Dentro de mim algo está dormente, e quando tento focalizar você na minha mente me vem um desgosto, um nojo, uma raiva, me vem tanto rancor. É por isso que eu fico na duvida, porque eu nunca pensei que algo que eu jurava lindo, que me fazia viver sorrindo, poderia me causar repulsa. O meu eu naquela primeira vivencia de um suposto amor não conseguia acreditar que ele fosse capaz de virar isso. Essa mentira. Essa orgia banal com todos as coisas boas que a gente fez surgir.
— Penejar. (via desafixei)